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Semana 10 - Infinito

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Semana 9++ - Infinito

Infinito... infinito é um termo usado por humanos para designar coisas que não compreendem. É usado por amantes, como medida de amor. É usado por criancas, como terrível ameaca. É usado como ciência, para dar sentido à vida. É uma hipérbole, um exagero, uma incompreensão. Quase nada no e do homem é infinito. O tempo näo é, o amor não é, o cabelo não é, nem o pensamento, a memória, a energia e os dedos dos pés. Mas há uma coisa que é. A paciência da minha irmã é infinita.

Semana 9 - Infinito

I’m sitting in front of a sheet of paper with one goal, to write about infinite.   After quite a big amount of time just looking out the window thinking on absolutely nothing and just being absorbed by the music playing in the background I start where I usually like to initiate things, from a definition. And therefore I try to define infinite. I would say it is a property of things which makes them perpetuate in time, never-ending, always present, no matter what.   I go and compare it with a brief online search: infinite can be defined as something which cannot be measured, something with no end, limitless. I like this definition, I’ll keep it.   Now, I would like to see if I could find some examples of infiniteness in the physical world within my narrow span of life experience. I’ll start in nature, because it’s the most powerful thing I know. So I look again out the window and I see a beautiful tree. It seems relatively young, but magnificent still. I think t...

Semana 8 - Sonhos

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Semana 8 - Sonhos

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Semana 7 - Sonhos

Olho para cima, em direccão à janela do tecto - os meus olhos são banhados por uma imensidão de luz, uma claridade forte. Não consigo ver nada no meio de tanta luminosidade branca, mas não preciso de fechar os olhos. Desvio a cara da janela, olho em volta, procuro ver alguma coisa. Mas a luz não se vai embora, continua a inundar-me os olhos que, cemicerrados, tentam discernir a realidade. Sem sucesso. Sei que estou no ginásio onde, em crianca, treinava basket. Ouco as vozes de alguém, creio que da minha irmã, sei que está muito perto, mas não a consigo ver. Uma espécie de pânico comeca a subir pela garganta, porque é que está tanta luz, não consigo ver nada, preciso de ver, preciso de ver. Estendo as mãos à minha volto, continuo a ouvir vozes, mas não percebo se estão preocupadas comigo ou entretidas na suas conversas. Está tudo branco, completamente branco. ... Estou debaixo de água, em Castelo de Bode, e não consigo respirar. Estou confusa, não sei onde é o topo e o fundo da barr...